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Melhores Quadrinhos – Lista Das Melhores HQs de Todos os Tempos

Melhores Quadrinhos de Todos os Tempos!

Hoje iremos listar os melhores quadrinhos de todos os tempo, aqueles quadrinhos que realmente impactaram e que certamente devem ser lidos por todos os amantes de comics.

Antes de começar essa lista dos melhores quadrinhos, deixamos claro que essa lista é feita com base nos gostos da equipe é mais uma indicação mesmo, então não deixamos em ordem de melhor para pior, todas que estão aqui na lista indicamos que se você não leu, LEIA!

Watchmen | Alan Moore

Enredo: Na realidade histórica alternativa apresentada em Watchmen, Richard Nixon teria conduzido os EUA à vitória na Guerra do Vietnã e em decorrência deste fato, teria permanecido no poder por um longo período. Esta vitória, além de muitas outras diferenças entre o mundo verdadeiro e o retratado nos quadrinhos, como por exemplo os carros elétricos serem a realidade da indústria dos automóveis e o petróleo não ser mais a maior fonte de energia, derivaria da existência naquele cenário de um personagem conhecido como Dr. Manhattan, um indivíduo dotado de poderes especiais, os quais o levam a possuir vasto controle sobre a matéria e a energia, elevando-o ao estado de um homem-deus.

Neste mundo, existiriam quadrinhos de super-heróis no final de 1930, inclusive do Superman, os quais eventualmente seriam a principal inspiração para que um dos personagens das série viesse a se tornar um combatente do crime (o primeiro Nite Owl). As revistas deste gênero então teriam deixado de existir, sendo substituídas por quadrinhos de piratas (talvez devido ao surgimento de heróis verdadeiros). O Dr. Manhattan, o único a possuir poderes (como explodir ou desmontar objetos, e até mesmo pessoas, pois controla os átomos), foi o primeiro da “nova era” de super-heróis mais sofisticados que durou do começo dos anos 1960 até a promulgação da Lei Keene em 1977, implantada em resposta à greve da polícia e a revolta da população contra os vigilantes que agiam acima da lei. À época, o grupo conhecido como Crimebusters se dispunha a combater a criminalidade na cidade de Nova York.

A Lei Keene exigia que todos os “aventureiros fantasiados” se registrassem no governo. A maioria dos vigilantes resolveu se aposentar, alguns revelando suas identidades secretas para faturar com a atenção da mídia; caso de Adrian Veidt, o Ozymandias. Outros, como o Comediante e o Dr. Manhattan, continuaram a trabalhar sob a supervisão e o controle do governo. O vigilante conhecido como Rorschach, entretanto, passou a operar como um herói renegado e fora-da-lei, sendo freqüentemente perseguido pela polícia.

A história abre com a investigação do assassinato de Edward Blake, logo revelado como sendo a identidade civil do vigilante mascarado conhecido como O Comediante. Tal assassinato chama a atenção de Rorschach, o qual passará toda a primeira metade da trama entrando em contato com seus antigos companheiros em busca de pistas, considerando praticamente todos como possíveis suspeitos.

Rorschach suspeita basicamente que o evento da morte de Blake estaria relacionado a um possível rancor de criminosos presos pelos heróis no passado, tese que ganha força à medida que outros ex-combatentes do crime e o próprio Rorschach são duramente atingidos por um aparentemente planejado ataque sistemático à suas integridade físicas e credibilidade.

Sandman | Neil Gaiman

Enredo: A história é vista do ponto de vista de Sonho, um dentre os sete perpétuos, a representação antropormófica do sonho, inicialmente preso por um grupo de humanos que almejava prender sua irmã mais velha Morte para que se tornassem imortais, mas falham e capturam sonho.

Sonho (que também é conhecido como Morpheus, Sandman, Oneiros, (Lorde) Moldador, Kai’Ckul, senhor do sonho e vários outros em línguas já esquecidas) é o governante do Sonhar. Ele é um Pérpetuo – os Perpétuos (the Endless) são manifestações antropomórficas de aspectos comuns a todos os seres vivos: Destino, Morte, Sonho, Destruição, Desejo, Desespero e Delírio. Os 7 perpétuos não são deuses, mas sim entidades além, responsáveis pelo ordenamento da realidade conhecida. Só sua existência mantém coeso o universo físico e todos os seres vivos.

A Piada Mortal | Alan Moore

Enredo: Uma história impactante e definitiva do surgimento do maior vilão do Cavaleiro das Trevas, o Palhaço Príncipe do Crime, popularmente conhecido como Joker, marcada pela violência e temas pesados.

Tudo começa quando o Batman, analisando a espiral de violência que permeava o contato de ambos, ao longo dos anos, e prevendo que isso poderia levar um ou ambos á morte, vai ao Asilo Arkham tentar dialogar com seu inimigo. Ao interrogá-lo, descobre que na verdade, o Joker fugiu mais uma vez do sanatório. Fora da prisão, o coringa arquiteta um plano para mostrar a todos o que a loucura, por mais simples que seja, pode fazer com um homem. Primeiro ele atira na filha do Comissário Gordon, Bárbara Gordon, também conhecida como Batgirl e posteriormente como Oráculo, deixando-a paralítica. Isso não é muito claro, mas parece que o Joker acaba estuprando a filha do Comissário e ainda tira fotos disso e mostra para Gordon, tentando enlouquecê-lo. Em meio a tudo isso, é contada por meio de flashbacks, a história do Coringa: um comediante mal sucedido na beira do abismo da loucura. Esse é o tema da história: Coringa queria provar que o homem mais são podia se tornar o mais louco, queria mostrar que bastava um pequeno incidente que qualquer um podia se tornar um maluco. Com tudo isso, o Coringa tenta enlouquecer Gordon, mas Batman entra em ação.

Batman o Cavaleiro das Trevas | Frank Miller

Enredo: Com a ajuda de Jim Gordon e Harvey Dent, Batman tem mantido a ordem na cidade de Gotham. Mas um jovem e anárquico criminoso conhecido como Coringa ganha força e decide instaurar um verdadeiro caos na cidade. O justiceiro será testado psicologicamente e fisicamente como nunca fora antes em um confronto bastante pessoal. Cabe a Batman encontrar uma maneira de deter o sádico vilão antes que mais vidas sejam perdidas.

V de Vingança | Alan Moore

Enredo: O enredo é situado num passado futurista (uma espécie de passado alternativo), numa realidade em que um partido de índole totalitária ascende ao poder, após uma guerra nuclear. A analogia com o regime fascista é inevitável: o governo tem o controle da mídia, há uma polícia secreta e campos de concentração para minorias raciais e sexuais – à semelhança do que escreveu Hannah Arendt no seu livro “Origens do totalitarismo”, de 1951. Existe também um sistema de monitoramento mediante o uso de câmeras, nos moldes de 1984, de George Orwell, escrito em 1948, quando o CFTV ainda não existia tal como é hoje.

A história em quadrinho foi escrita no momento em que a Inglaterra, sob a liderança da primeira ministra Margaret Thatcher, estava implementando o modelo econômico neoliberal, ao mesmo tempo em que o chamado socialismo real entrava em colapso na U.R.S.S..

“V” (codinome do protagonista) tem uma postura anarquista.

Nesta obra, o caráter totalitário do Estado é mostrado, tal como escreveram vários teóricos anarquistas – Enrico Malatesta (nos seus Escritos revolucionários), Mikhail Bakunin, Pierre Joseph Proudhon, Max Stirner, Emma Goldman, Piotr Kropotkin e Henry David Thoreau.

The Walking Dead | Robert Kirkman

Enredo: The Walking Dead é centrado em Rick Grimes, um oficial de polícia de uma cidade no estado da Geórgia, Estados Unidos. Também acompanha a trajetória de sua família e uma série de outros sobreviventes que se uniram para manterem-se vivos depois que o mundo foi infestado por zumbis. Com o progresso da série, as personagens tornam-se mais desenvolvidas e suas personalidades são demonstradas sob a tensão de um apocalipse zumbi, especialmente a de Rick.

Preacher | Garth Ennis

Enredo: Preacher conta a história de Jesse Custer, um ex-pastor que foi possuído por uma entidade sobrenatural que lhe confere o poder de fazer com que qualquer pessoa o obedeça. Essa entidade (chamada Gênesis) é fugitiva do Paraíso e os anjos a procuram para prendê-la novamente. Quando descobrem que ela e Jesse Custer se tornaram um só, o objetivo passa a ser matá-lo. Para isso ressuscitam um matador do século XIX, o Santo dos Assassinos e o enviam em seu encalço.

O destino faz com que Jesse venha a encontrar sua ex-namorada, Tulipa e junto dela o personagem mais excêntrico da revista, o vampiro irlandês Cassidy. Ambos passam a acompanhá-lo em sua fuga tanto da polícia quanto do Santo .

No fim do primeiro arco de histórias, Custer confronta um dos anjos e extrai dele as informações que lhe faltavam para compreender toda a situação, como a origem de Gênesis (o filho mestiço de um anjo e um demônio). Ao perguntar porque o próprio Deus não conserta a situação, o anjo conta que Deus teria desistido da humanidade e abandonado o Céu.

A partir desse momento, Custer decide o que fazer de sua vida. Ele toma a insólita decisão de procurar por Deus em pessoa e lhe cobrar explicações. Na busca pelo seu objetivo encontra os mais diversos obstáculos: assassinos em série, a polícia, o próprio santo e organizações secretas como o Graal.

Maus | Art Spiegelman

Enredo: Maus (‘rato’, em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura.
A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica.

Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas – história, literatura, artes e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume.

Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto, Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações.

É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.


Bom essas foram alguns dos melhores quadrinhos de todos os tempos, para a lista não ficar muito grande iremos fazer outro melhores quadrinhos parte dois, se acha que faltou algum aqui ou deseja que apareça na próxima lista, não deixe de comentar abaixo.

Sobre Mustang

Diretor - Editor - Teorizador - Fazendo sempre um pouco de tudo e quase sempre fazendo nada! Não vem de garfo que aqui é sopa UAHEUAH Esse é meu jeito ninja de ser! "Sou um bom perdedor, porém, sou melhor ganhando."

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